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domingo, 27 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Reunião com familiares na creche

O ambiente deve ser acolhedor e colorido...
Cada cantinho, um Projeto desenvolvido...Participação plena!
Nosso mural com fotos do cotidiano escolar da turminha do  Maternal.


Objetivos 
- Aproximar os familiares das atividades das crianças na escola. 
- Favorecer o intercâmbio de informações sobre as crianças. 
Faixa etária

Até 3 anos. 

Tempo estimado 

Duas horas, no máximo bimestralmente. 

Material necessário 

Máquina fotográfica, filmadora, TV e DVD, cartolinas, lista de presença, papel e caneta.

Desenvolvimento 

1ª etapa
Defina o tema da reunião com a coordenação. Divulgue com antecedência e prepare a pauta. Perto da data, aproveite a entrada e a saída para relembrar os familiares sobre o evento. Se não conseguir encontrá-los, envie bilhetes. Faça um cartaz com o dia, a hora e a pauta da reunião e afixe-o na porta da sala ou da escola. Escolha uma música de um CD que é ouvido pelas crianças na creche para tocar na recepção aos pais ou um dos livros preferidos do grupo para ler para todos. Deixe a lista de presença à vista. Selecione as fotos que vai mostrar e as coloque num cartaz ou mural. Legende-as, descrevendo as atividades e o que foi desenvolvido por meio delas. Se optar, por exemplo, por uma foto das crianças brincando com água, pode escrever "brincar com água possibilita construir conhecimentos sobre um elemento que adquire a forma do recipiente que o contém". Cuide para que todas as crianças apareçam nas imagens. Assim, ninguém se sentirá desvalorizado. Outra possibilidade é fazer um vídeo da rotina na creche. Comunique o calendário de eventos de forma breve. Questões administrativas não devem tomar muito tempo. 
2ª etapa

Durante a reunião, seja claro e evite chavões. Uma postura acolhedora e de escuta aos pais favorece a aproximação. Siga a pauta planejada e não deixe que eles se estendam nos comentários sobre os filhos. Peça que o coordenador tire fotografias do encontro para mostrar às crianças. Ao fim, coloque-se à disposição para conversas individuais. É possível propor uma avaliação oral ou escrita do encontro. 
3ª etapa

Faça um resumo da reunião com base em suas observações e nos depoimentos dos pais presentes. Coloque alguns desses comentários num mural na escola e envie um resumo do que foi discutido para os ausentes. Compartilhe com a equipe os resultados da reunião.
Avaliação 

Com base no material coletado na reunião, analise desdobramentos dela e levante temas que notou ser significativos para os familiares. Eles podem render outras atividades, por exemplo, uma palestra com especialista. Observe se as dificuldades específicas dos responsáveis identificadas na reunião podem ser atendidas em encontros temáticos - por exemplo: mães de crianças de 3 anos ou mais que não conseguem desmamar os filhos ou tirar a chupeta. A participação dos pais pode ser avaliada pelas questões e pelos comentários que fizeram na reunião.
Consultoria Cisele Ortiz
Formadora do Instituto Avisá La, em São Paulo.

UM PASSEIO NA TURMINHA DA TIA ZUNÁRA - ALFABETIZAÇÃO


DICAS PARA O TRABALHO COM OS CONTOS DE FADA


Caracterizados, os pequeninos percorreram e exploraram os espaços da escola até chegar na biblioteca.
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
  •   Conhecer as características dos contos de fadas;
  •   Identificar alguns papéis dos personagens;
  •   Ler e interpretar textos e imagens;
  •   Elaborar desenhos.

Duração das atividades
Duas semanas
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Contos de fadas.
Escuta de histórias.
Leitura.
Estratégias e recursos da aula

CONVERSANDO SOBRE OS CONTOS

O professor  iniciará a aula conversando com as crianças sobre os contos infantis que elas conhecem, questionando:
  • Quem gosta de ouvir histórias?
  • Quais histórias vocês costumam ouvir?
  • Quais os personagens que aparecem nessas histórias?
O professor poderá fazer uma lista com as respostas das crianças e expor na sala de aula para consultas. Em seguida, o professor apresenta alguns livros para as crianças, escolhe um dos livros e ler uma história para a turma. Sugestão:  As Mil e Uma Noites,Contos de Grimm, Contos de Perrault. Após a leitura, o professor fala sobre a origem dos contos de fadas. No texto  abaixo o professor encontrará maiores informações sobre esse tema.
Texto para o professor:

Contos de fadas para crianças

As versões infantis de contos de fadas hoje consideradas clássicas, devidamente expurgadas e suavizadas, teriam nascido quase por acaso na França do século XVII, na corte de Luís XIV, pelas mãos de Charles Perrault. Para Sheldon Cashdan, em referência aos países de língua inglesa, a transformação dos contos de fadas em literatura infantil (ou sua popularização) só teria mesmo ocorrido no século XIX, em função da atividade de vendedores ambulantes ("mascates") que viajavam de um povoado para o outro "vendendo artigos domésticos, partituras e pequenos volumes baratos chamados de chapbooks". Estes chapbooks (ou cheap books, "livros baratos" em inglês), eram vendidos por poucos centavos e continham histórias simplificadas do folclore e contos de fadas expurgados das passagens mais fortes, o que lhes facultava o acesso a um público mais amplo e menos sofisticado. [...] Em 1697, Perrault publicou Contes de ma Mère l'Oye ("Contos da minha Mãe Gansa"), uma coletânea de narrativas populares folclóricas e que, num primeiro momento, não se destinavam a crianças, mas a embasar a defesa da literatura francesa (considerada inferior aos clássicos greco-romanos por acadêmicos da época) e da causa feminista, que possuía como uma de suas líderes a sobrinha de Perrault. Principais contos da "Mère l'Oye":
  • A Bela Adormecida no Bosque, Chapeuzinho Vermelho, O Barba Azul, O Gato de Botas, As Fadas, A Gata Borralheira, Henrique de Topete e O Pequeno Polegar.                                                                                                            
Os Irmãos Grimm e o Espírito Teutônico
[...]  Como resultado de sua pesquisa, entre 1812 e 1822, os irmãos Grimm publicaram uma coletânea de 100 contos denominada Kinder und Hausmaerchen ("Contos de fadas para crianças e adultos").  Principais contos de "Kinder und Hausmaerchen":
  • Pele de Urso, A Bela e a Fera, A Gata Borralheira e João e Maria.
Andersen: o "Pai" da Literatura Infantil
[...] O poeta e novelista dinamarquês Hans Christian Andersen escreveu cerca de duzentos contos infantis, parte retirados da cultura popular, parte de sua própria lavra. Publicados com o título geral de Eventyr ("Contos"), entre 1835 e 1872, eles consagraram Andersen como o verdadeiro criador da literatura infantil. Principais contos de "Eventyr":
  • A Roupa Nova do Imperador, O Patinho Feio, Os Sapatinhos Vermelhos, A Pequena Sereia, A Pequena Vendedora de Fósforos, A Princesa e a Ervilha.
Texto completo disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Contos_de_fadas Acesso em: 19 de setembro de 2010.

CONTOS DE PRÍNCIPES E PRINCESAS

O professor poderá organizar um festival de vídeos que abordam contos de fada. Durante a semana, o professor exibe os filmes. Após a exibição, irá conversar com as crianças sobre os seguintes aspectos observados nos vídeos:  Quais os personagens aparecem no vídeo?  Qual a cena que você mais gostou? Em quais lugares acontecem essa história? Onde as pessoas moram? Quias as roupas que as mulheres usam? Aparece acontecimentos bons? Quais? Aparecem acontecimentos maus? Quais?  Como termina essa história? Nessa história tem princípes e princesas? 
Em cada sessão o professor divide a turma em grupos ou duplas, sugerindo a escolha de uma cena do vídeo na qual apareça o princípe ou a princesa, ou os dois. As cenas poderão ser representadas por fantoche, teatro, desenhos, etc. Depois, cada grupo apresenta suas produções. As crianças poderão utilizar materiais como: papel madeira, cartolina, hidrocor, tesoura, cola, lápis de cor, lápis cera, etc.                              
 O professor poderá aproveitar para conversar com as crianças acerca das características dos princípes e princessas das histórias que elas assistiram e ouviram em sala de aula.                                                                                                                                  
Sugestão de Vídeo:
A Princesa e a Ervilha

RECONTANDO UM CONTO

O professor dará continuidade a aula, apresentando para as crianças a história da Bela Adormecida, questionando:
Quem conhece a história da Bela Adormecida? Que personagens aparecem na história?  O que acontece nessa história?   Em seguida, o professor na roda mostra o livro e conta a história para as crianças, sugerindo que após a leitura a turma em grupos organizem uma dramatização para representar a história que ouviram. Para isso, o professor orientará as crianças como deverão organizar cada apresentação.

REESCRITA DE UM CONTO

O professor poderá irá à biblioteca da escola e separar com a ajuda da bibliotacária, alguns livros de contos. No dia da visita da turma, os livros escolhidos ficarão expostos nas mesas e cada criança escolherá um para leitura.
Em sala, as crianças irão contar do seu jeito a história que leu na biblioteca para a turma. Como atividade de registro, as crianças representam por meio da escrita/desenho a história que leu. É importante que o professor questione as crianças  para ajudá-las na reconstrução da história.Questionando:
  • Como começa essa história?: Era uma vez? Há muitos anos? Um certo dia?
  • Quem são os personagens? O que acontece com eles?
  • Tem acontecimentos mágicos? Qual?
  • Em qual lugar aconteceu a história? (em castelos, na floresta, casa, na rua...)
Por meio desses questionamentos o professor retoma com as crianças as cracterísticas dos contos de fadas.
Com as reescritas o professor organizará o livro de contos de fadas da turma. Outra atividade que pode ser realizada é a contação de histórias para outras crianças da escola.
Sugestão de livros eletrônicos.
Orientação para o professor




Recursos Complementares
Sugestões de links:
LIVROS 
Branca de Neve e os Sete Anões.Irmãos Grimm. Scipione
Os Contos de Grimm.Irmãos Grimm.Paulus
Contos e Fábulas de Perraut.Charles Perrault.Iluminuras
O Fantástico Mistério de Feiurinha. Pedro Bandeira. FTD.


Avaliação
O professor deverá observar se o aluno:
  Conhece as características dos contos de fadas;
  Identifica alguns papéis dos personagens;
  Lê e interpreta textos e imagens;
  Elabora desenhos.
Material retirado do site: http://portaldoprofessor.mec.gov.br

Hora do Conto...


O grande segredo de contar histórias não é sabe decorar para contar, mas utilizar a imaginação colocar algo de novo no meio, utilizar objetos, fantasias, fantoches e o principal mudar a voz porque é o que mais chama a atenção dos pequeninos.
Os pequeninos das turminhas 30 e 31.
Trabalhar com contos de fadas nas escolas é uma atividade prazerosa para todos os envolvidos no processo educativo, pois é um tema de grande aceitação entre as crianças, que desperta interesse, envolvimento e participação dos mesmos.



O professor, antes de iniciar seu trabalho, deve desenvolver um projeto por escrito, em referência ao mesmo, citando a justificativa, os objetivos de se desenvolver o projeto, quais os recursos didáticos que disponibilizará para a realização do mesmo, a metodologia das aulas, dentre outros, buscando discutir com os alunos quais seus interesses diante do mesmo.



O importante de se desenvolver esse projeto é que, através dele o professor consegue trabalhar alguns conflitos do dia-a-dia dos alunos, bem como buscar as soluções para os mesmos, procurando encontrar respostas para aquilo que não está bem.


À medida que as histórias vão sendo trabalhadas, as crianças podem se identificar com os personagens e transferirem todos os seus conflitos para aqueles vividos na história. A criança se envolve tanto que passa a viver como se fosse um dos personagens.


Os assuntos abordados nos contos de fada muitas vezes tornam-se reais, como os medos que fazem parte de nossa vida.


Dentre esses, os que mais vemos nas crianças são medo de escuro, de animais, dos pais não buscarem na escola, etc. Porém, um dos medos mais difíceis de trabalhar nas escolas é o medo do Lobo Mau. Na verdade, a intenção das histórias, como a Chapeuzinho Vermelho, não é de assustar as crianças, mas de mostrar para as mesmas que não devemos falar com pessoas estranhas, que não podemos confiar em qualquer um.

A interação de personagens de várias histórias.

Enquanto divertem as crianças, os contos trabalham o lado emocional das mesmas, favorecendo o desenvolvimento de suas personalidades, pois tratam vários problemas de forma prazerosa e aceitável. Cultivam a esperança, o sonhar e nos mostram que sempre há esperança para os finais felizes.

E é importante ressaltar ainda que, para as crianças acostumadas a ouvir histórias e estimuladas a ter sempre contato com as mesmas, a leitura se fará constante na vida delas.

AI VAI ALGUNS CONTOS BEM CURTINHOS QUE SÃO BEM INTERESSANTES PARA CONVERSAR DEPOIS COM OS PEQUENOS.


A Galinha dos Ovos de Ouro

Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua galinha tinha posto um ovo de ouro. Apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à mulher, dizendo:
_ Veja! Estamos ricos!
Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço.
Na manhã seguinte, a galinha tinha posto outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu a melhor preço.
E assim aconteceu durante muitos dias. Mas, quanto mais rico ficava o fazendeiro, mais dinheiro queria.
Até que pensou:
"Se esta galinha põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!"
Matou a galinha e ficou admirado pois, por dentro, a galinha era igual a qualquer outra.

Esopo
Quem tudo quer tudo perde.
O Leão e o Ratinho
Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata.
Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.

Uma boa ação ganha outra. 


A Lebre e a Tartaruga
Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.
A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre muito segura de si, aceitou prontamente.
Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes.
Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada toda sorridente.

Moral da história: Devagar se vai ao longe!


A Menina do Leite
A menina era só alegria.
Era a primeira vez que iria à cidade, vender o leite de sua querida vaquinha.
Colocou sua melhor roupa, um belo vestido azul,e partiu pela estrada com a lata de leite na cabeça.
Ao caminhar, o leite chacoalhava dentro da lata.
A menina também, não conseguia parar de pensar.
"Vou vender o leite e comprar ovos, uma dúzia."
"Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos."
"Quando os pintinhos crescerem, terei bonitos galos e galinhas."
"Vendo os galos e crio as galinhas, que são ótimas para botar ovos."
"Choco os ovos e terei mais galos e galinhas."
"Vendo tudo e compro uma cabrita e algumas porcas."
"Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e ..."
A menina estava tão distraída em seus pensamentos, que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e levou um tombo.
Lá se foi o leite branquinho pelo chão.
E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos pelos ares.

Moral da história:
Não se deve contar com uma coisa antes de conseguí-la. 

O Cão e a Carne.
Era uma vez um cão, que ia atravessando um rio; levava na boca um suculento pedaço de carne. Porém, viu na água do rio a sombra da carne, que era muito maior.
Prontamente ele largou seu pedaço de carne e mergulhou no rio para pegar o maior. Nadou, nadou e não achou nada, e ainda perdeu o pedaço que levava.

Moral da história: Nunca deixes o certo pelo duvidoso. De todas as fraquezas humanas a cobiça é a mais comum, e é todavia a mais castigada.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A importância dos animais de estimação para o desenvolvimento das crianças


Aprender a conviver com sentimentos faz parte da vida do ser humano, e as crianças podem ser estimuladas desde cedo a olhar o outro de uma forma diferente. Muitos não percebem, mas pode estar na salinha de aula a solução para alguns conflitos dos pequenos: o animal de estimação.
Uma  boa opção é a criação do peixinho Betta. Um mascote inusitado que as crianças podem compreender o ciclo da vida: a gestação, o nascimento, os primeiros passos, a doença e também a morte. Com um tempo de sobrevivência menor do que o do ser humano, os animais são fonte de aprendizagem para as crianças e despertam nelas a responsabilidade, a sensibilidade e o respeito.
“Ao lidar com os animais, a criança projeta os cuidados que os pais têm com ela. Ela vai trazer isso para o “teatro interno” dela, para a organização do psiquismo. É o que elas fazem com as bonecas e com os brinquedos, só que o animal vai reagir, e esse contacto traz novas experiências”.
Essa relação vai permitir uma compreensão melhor do mundo.  Ela torna-se cuidadora, responsável. Vai expressar talentos que muitas vezes na família não é possível porque, nesse caso, é ela quem precisa de cuidado.
“Para a auto-estima delas isso é muito importante, elas sentem-se importantes. Se se pede a uma criança pequena para trazer um potinho de comida para o animal, ela vai fazer isso com uma seriedade, como se fosse uma jóia rara”.


“O peixinho tem nome? O que é que ele come?”, indagavam sem parar as crianças da turminha do Maternal. 
A intimidade e o elo que se forma entre uma criança e o animal de estimação, às vezes, faz milagres. Reduzir ansiedade, trabalhar a autoconfiança, senso de responsabilidade, de afetividade e  ajudam os pequenos a desenvolver habilidades sociais. Implicam o reconhecimento do sentimento do outro. 
Mais bichinhos, menos ansiedade, mais envolvimento...
Em contato com a vida animal, ela começa a perceber diferenças. Desenvolve a sociabilidade e o lado emocional.
Além de responsabilidade, auto-estima e confiança, o contato com animais também desenvolve habilidades motoras e de fala das crianças.  Faz a criança partilhar sensações e desenvolver hábitos saudáveis.
A experiência de poder ver um animal de perto é uma aprendizagem que os especialistas chamam de educação humanitária. Faz com que as crianças tenham uma preocupação com as outras formas de vida como um todo.